segunda-feira, 18 de junho de 2007
Casas sociais não atribuídas
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Ida ao poste em Poiares

Primeiro gostava que não fosse a "praxe" associada a todo o tipo de agressividade e desprezo pelas pessoas que acontece em espaços escolares, quer seja ensino básico, secundário ou superior. A "praxe" tem normas e regras, tem valores que devem ser assimilados e transmitidos para um bom funcionamento. Tal como a vida em sociedade tem normas, regras adequadas aos nossos valores e costumes.
Em segundo lugar gostava de referir que a ida ao poste sempre existiu na escola, mesmo quando havia lá outras pessoas no Conselho Executivo, antigamente chamado de Conselho Directivo. As leis ao longo dos anos mudaram, bem como a postura pedagógica. Hoje não se pode bater num aluno, mas o aluno pode bater no professor e esperar apenas um processo na escola e, talvez, no tribunal. Mas sendo menor, não há problema, fica à guarda dos pais!!
Ida ao poste antigamente era feita de uma forma em que a pessoa apenas ficava presa no poste, com o peso do seu corpo a fazer força sobre as pernas, e com umas mãos atadas (se não me estou a enganar! se estiver corrijam-me!). Enquanto que hoje, os valores e as atitudes tomadas pelas crianças é de agressividade e inconsciência das consequências. Noutras escolas as idas ao poste também devem existir, talvez não assim, talvez aconteçam coisas piores. Quem sabe?
A verdade seja dita, o que é passar uns dias suspenso, sem ter aquelas aulas de seca, que não me interessam!
Educação, responsabilidade, são coisas que devem ser incutidas a partir de casa pelos os pais.
Qualquer dia deveremos ter 1 policia para viajar cada pessoa, 1 auxiliar educativo a vigiar cada aluno.
E as leis, devem realmente penalizar as pessoas (professores, auxiliares educativos, alunos e pais) para as coisas más que acontecem na escola.
Acabem com o facilitismo e desresponsabilização.
Mau cheiro e mau aspecto
Actualmente, tal como se vem repetindo a uns longos anos, o cheiro por esta altura do ano (verão) torna-se um bocado incomodativo para os traseuntes que percorrem os caminhos perto da estação de tratamento de águas residuais. Agora imagino as pessoas que moram mais perto desta estação, que não tem capacidade para tratar as águas das pessoas da Vila e arredores.
Juntemos a este mau cheiro as questões de higiene e saúde pública, pois quantos cães já não foram abatidos à custa de serem mordidos por mosquitos que são criados por águas estagnadas e poluidas.
Além de este odor, o qual dá prazer de tapar o nariz, aquele belo edifício do fundo da vila, que nem está habitado, nem acabado, mas que está a ficar degradado.
Pena, fica sempre uma má imagem para uma vila, ainda mais sendo um edifício recente, e que já demonstra tantos sinais de degradação.
Proteger tradições

Mas não haverá outras tradições que vão para além do gourmet que também deveriam ser defendidas e recuperadas?!
Alguém se lembra de umas fogueiras que eram feitas na altura do S. João, com uma sardinhada e tal, nos comummente chamados prédios verdes?!
A corrida do 25 de Abril onde participavam centenas de crianças, e que hoje não passa de 3 dezenas!
E provavelmente haverá muitas coisas que se foram perdendo, eu lembrei-me destas, que mais haverá que se foi perdendo?
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